O furacão matthew e sua passagem pelo Haiti
A passagem do furacão Matthew deixou 877 mortos no Haiti, segundo autoridades locais ouvidas pela agência de notícias Reuters. O balanço oficial feito pela Defesa Civil é de 271 mortos.
Há milhares de casas destruídas e muitos bairros seguem inundados na península do sudoeste do país.
O furacão foi o mais forte a atingir a região caribenha desde 2007, e foi justamente no Haiti que o Matthew causou mais destruição. O país mais pobre das Américas foi devastado por um terremoto em 2010 e até hoje ainda não se recuperou completamente.
O furacão foi o mais forte a atingir a região caribenha desde 2007, e foi justamente no Haiti que o Matthew causou mais destruição. O país mais pobre das Américas foi devastado por um terremoto em 2010 e até hoje ainda não se recuperou completamente.
O vento de cerca de 230 km/h derrubou árvores, barrancos e pontes, além de destruir milhares de casas. Militares brasileiros ajudaram os moradores quando o olho do furacão atingiu o Haiti.
A Cruz Vermelha tinha lançado um apelo de emergência para obter ajuda imediata para 50 mil haitianos. Milhares foram levados para abrigos onde falta água e comida. Hospitais ficaram lotados e sem remédio.
A Cruz Vermelha estimou que mais de um milhão de pessoas no Haiti foram afetadas e centenas de milhares precisaram de assistência humanitária.
Devastação no Haiti
No Haiti, os ventos chegaram a 230 km/h, provocaram deslizamentos de terra e destruíram casas. Mais de 9 mil pessoas foram levadas para abrigar-se em escolas, igrejas e outros centros comunitários, disse Guillaume Albert Moléon, porta-voz do Ministério do Interior haitiano.
No Haiti, os ventos chegaram a 230 km/h, provocaram deslizamentos de terra e destruíram casas. Mais de 9 mil pessoas foram levadas para abrigar-se em escolas, igrejas e outros centros comunitários, disse Guillaume Albert Moléon, porta-voz do Ministério do Interior haitiano.
O Haiti tem 10 milhões de habitantes – sendo 4 milhões crianças – e milhares de pessoas ainda vivem em barracas de campanha desde o devastador terremoto de 2010. Além disso, a erosão é muito perigosa devido às montanhas e o desmatamento.
Entre as áreas mais vulneráveis do país estão bairros extremamente pobres e densamente povoados como Cite Soleil – onde 100 mil de seus 500 mil residentes enfrentam sérios riscos de inundação – e Cite L'Eternel, no litoral.
Jeremie, no sul do Haiti, é uma das cidades que foram mais gravemente atingidas pelo furacão Matthew. A Cruz Vermelha estimou que mais de um milhão de pessoas no Haiti foram afetadas e centenas de milhares precisam de assistência humanitária.
O Haiti começou a enterrar mortos em valas comuns após a passagem do furacão Matthew, à medida que o cólera se espalhou por áreas devastadas e o número de mortos pelo desastre chegou a quase mil pessoas.
O Haiti começou a enterrar mortos em valas comuns após a passagem do furacão Matthew, à medida que o cólera se espalhou por áreas devastadas e o número de mortos pelo desastre chegou a quase mil pessoas.
O poderoso furacão, a tempestade mais forte no Caribe em quase uma década, chegou ao Haiti com ventos de 233 quilômetros por hora e chuvas torrenciais que deixaram 1,4 milhão de pessoas com necessidade de ajuda humanitária, informou o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.
Há milhares de casas destruídas e muitos bairros seguem inundados na península do sudoeste do país. O país mais pobre das Américas foi devastado por um terremoto em 2010 e até hoje ainda não se recuperou completamente.
Fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/06/internacional/1475746470_475357.html






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